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Alunos hiperativos

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Especialistas em psicologia recomendam o uso de indicadores visuais (pôsteres, post-it, listas) e auditivas (relógios, cronômetros, gravações) e estruturam fisicamente a sala de aula, o tempo, os hábitos e rotinas, o material e as tarefas para controlar os estímulos dos alunos hiperativos nas escolas.

Os especialistas em psicologia Trinidad Bonet, Yolanda Soriano e Cristina Solano, discutem no livro Aprendendo com crianças hiperativas. Um desafio educacional, editado por Thomson e apresentado hoje em Madrid, por ensinar esses alunos a parar e pensar sem contar com o reforço de recompensa-punição como panacéia para este problema.

Durante a apresentação deste manual, o psicólogo clínico alertou sobre o desinformação geral do corpo docente sobre Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) e como abordá-lo. A falta de recursos e de formação, o apoio de outros professores e do próprio centro, bem como a procura exagerada são alguns dos problemas que - segundo estes especialistas - os professores enfrentam.

Para tanto, elaboraram este guia no qual estão expostas as principais manifestações do TDAH: déficit de atenção, impulsividade, hiperatividade, dificuldades de autocontrole, estilo cognitivo, obstáculos para atrasar recompensas, deficiência motora, relacionamento social e dificuldades de aprendizagem, entre outros outros, bem como possíveis métodos de ação com esses alunos.

Da mesma forma, esses especialistas acreditam que o tratamento dessas crianças deve sempre ocorrer dentro do contexto natural (escola e família) como 'melhor espaço', apesar da atenção individualizada, segundo Soriano. Em todo caso - acrescenta a terceira autora do manual, Cristina Solano - os conselheiros e psicólogos escolares estão mais preparados do que os médicos.

O chefe da Unidade de Psiquiatria Infantil e Adolescente do Hospital Ramón y Cajal de Madrid, Javier San Sebastián, destacou que na Espanha apenas metade dos casos de TDAH são diagnosticados corretamente e destes, apenas 50% são devidamente tratados. Este distúrbio afeta - segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS) - entre 5 e 10 por cento da população. Na opinião dele, educadores são o elemento 'chave' para ajudar a encontrar um tratamento abrangente para essas crianças, assim, os especialistas costumam entrar em contato com as escolas quando os casos são detectados, mas em quatro de cada cinco eles até mesmo ignoram a existência desse distúrbio e não sabem como lidar com ele. No entanto, ele reconheceu na coletiva de imprensa para apresentar o livro que o grupo de educadores está desmotivado.

Os especialistas são a favor da luta para quebrar o 'divórcio' entre a escola e a família, dando aos professores ferramentas para detectar melhor as crianças hiperativas.

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